Dia 13 – O Encontro no Pátio
07/06/2022
A ideia inicial era ir à tarde a uma corretora da Honda, no centro de Aracaju. Saí de casa com esse propósito. Mas, pedalando pela Avenida Rio de Janeiro, pensei: “Vou dar uma passada na delegacia onde a moto deve estar.”
Chegando lá, encontrei o meu já conhecido segurança/recepcionista/telefonista. Perguntei se a moto havia chegado. Ele respondeu:
— Tem uma Bros azul ali na frente. Vá ver se é a sua.
Fui conferir.
Era.
Estava praticamente do mesmo jeito que deixei. Apenas com outra placa. A sensação foi estranha — um misto de alívio e impotência. Ela estava ali, tão perto, mas ainda distante de mim por causa dos trâmites legais.
Voltei até ele e confirmei. Disse que agora era aguardar a perícia. Oficialmente, o prazo é de 15 a 30 dias. Extraoficialmente, segundo ele, pode levar de dois a três meses.
Com essa informação, comecei a avaliar os próximos passos: manter a moto e enfrentar a burocracia ou acionar o seguro e encerrar o processo de forma mais rápida.
Depois dali, segui para a concessionária para entender melhor as implicações de remarcação de chassi, desvalorização e eventuais custos futuros.
Nada de novo nas informações.
Dica:
Antes de decidir entre ficar com o veículo recuperado ou acionar o seguro, avalie tempo, custos e desvalorização. Nem sempre a recuperação física significa a melhor decisão financeira.
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